sábado, 21 de março de 2009

Maquete prontinha

Aqui fica um cheirinho do que temos andado a fazer....

http://www.youtube.com/watch?v=_8SuzRCpFBQ

Esperamos que gostem....

Nini dos meus 15 anos!

Paulo de Carvalho

Chamava-se Nini
Vestia de Organdi
E dançava (dançava)
Dançava só p'ra mim
Uma dança sem fim
E eu olhava (olhava)

E desde então se lembro o seu olhar
É só p'ra recordar
Que lá no baile não havia outro igual
E eu ia para o bar, beber e suspirar
Pensar que tanto amor ainda acabava mal


Batia o coração
Mais forte que a canção
E eu dançava (dançava)
Sentia uma aflição
Dizer que sim, que não
E eu dançava (dançava)

E desde então se lembro o seu olhar
É só p'ra recordar
Os 15 anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa e um homem se recorda
É sempre assim
Nini dançava só p'ra mim
La la la la lala...


E desde então se lembro o seu olhar...

terça-feira, 10 de março de 2009

Em gravações

Pois é...

Estamos sempre em estudio mas agora vamos começar a gravar...

Mais uma etapa do nosso projecto que vai ser concretizada....


Só para ficarem com um cheirinho do que por aqui se passa deixo uma musica do reportório.

Sol de Inverno

Sabe Deus que eu quis contigo ser feliz
Viver ao sol do teu olhar mais terno
Morto o teu desejo, vivo o meu desejo
Primavera em flor ao sol de Inverno

Sonhos que sonhei, onde estão? - Horas que vivi, quem as tem?
De que serve ter coração e não ter o amor de ninguém?
Beijos que te dei, onde estão? - A quem foste dar o que é meu?
Vale mais não ter coração do que ter e não ter, como eu

Eu em troca de nada dei tudo na vida
Bandeira vencida, rasgada no chão
Sou a data esquecida, a coisa perdida que vai a leilão

Sonhos que sonhei, onde estão? - Horas que vivi, quem as tem?
De que serve ter coração e não ter o amor de ninguém?
Vivo de saudades, amor, a vida perdeu fulgor
Como o sol de Inverno não tenho calor

De que serve ter coração e não ter o amor de ninguém?
Vivo de saudades, amor, a vida perdeu fulgor
Como o sol de Inverno não tenho calor

quinta-feira, 5 de março de 2009

Quem somos


Uma Estrada pressupõe quase sempre uma viagem, descobrir coisas novas, sítios onde nunca estivemos.
As viagens protagonizadas pelos portugueses que a partir do século XV se aventuram na procura de outros mares e de outras terras, definem-se também pelos processos de permuta onde a música, nem sempre da forma mais transparente, ocupou um espaço privilegiado.

É neste quadro que encontramos a génese dos Estrada Lusa, procurando ilustrar sonoridades que resultam da revisão de músicas do nosso passado recente, devolvemos ao público velhas sonoridades expressivas, que entretanto adquiriram autonomia e vitalidade, gerando outros universos sonoros.
É aqui que a viagem dos sons conhece o seu maior encanto e significado, pelas mãos dos seis elementos que compõem este colectivo podemos viajar por temas de Simone de Oliveira, Carlos Paião, Amália Rodrigues, Mª. de Fátima Bravo, etc. Acompanhados pelo swing de Pat Metheney ou pelo jazz de Herbie Hancock.

Um universo recheado de boa música a não perder.